sábado, 7 de julho de 2012

Meu amigo!

     Me deito no escuro, e a angustia aperta o peito, enquanto uma lágrima escorre peço apenas que tenha bons sonhos.
     Acordo uns minutos após e me sinto leve, quase que voando, me sinto segura e protegida. Dou conta que o que me leva ao paraiso é um animal forte de quatro patas.
   Seu pelo macio me conforta e aquece das ventanias da vida.
   O sangue quente de suas veias agora correm nas minhas e por mais que digam que um dia ele possa vir a me machucar pelo seu porte, protejo ele com minha vida pois sei que ele faria o mesmo por mim.
   Na metade do caminho ele já não é mais apenas um , ele é o meu, ele é minha familia.
   Prosseguimos agora como irmãos de sangue, amigos fiés.
Desejo que não chegue o fim da estrada, mas a nossa separação é inevitavel.
  Adormeço novamente e com o peito mais calmo.
  Acordo alguns minutos após e me encontro deitada no escuro. Foi tudo um sonho.
Mas a marca de meu novo e fiel amigo continua em mim na certeza que quando precisar ele vira galopando mundo a fora por mim.
Meu amigo? Um cavalo, sim. 

Crises de normalidade

Num ataque  histérico, um ato de nervos à flor da pele, tudo muda, tudo para, tudo se encaixa e com isso tudo desmorona. Sim, eu tive, tenh...