Meu pampa de amores, de amizades, de simplicidades.
Me conforta na infinita visão do verde, da vida livre do campo
Passear com os amigos ou mesmo apenas eu e meu pingo pelos seus caminhos.
Avistar uma matilha de cuscos a correr em volta do velho galpão, que espanta o frio com sua chama sempre acessa.
Galopar entre suas milhas e adormecer sob a luz da lua, com o coração descançado.
Ah meu pampa
Meu pampa de alegrias e tristezas, reencontros e saudades. Meus momentos de peão gaúcho, camperiando nas tradições.
Me juntando na alma de meu pai e cantando canções, rodopiando o salão.
Ah pampa, tão imenso, ao mesmo tempo tão pequeno, carrega em suas raizes minhas lembranças e florece em suas flores meus desejos.
Carrega sua força e beleza a cada raio de sol. E a cada gota de chuva lava suas dores.







